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As Primeiras Gerações de Baixo Carbono: Z e Alpha

Fazendo escolhas pela pegada que elas deixam no planeta.

Por dentro do contexto

“Mas na minha época era melhor”. Quem não está cansado de ouvir ou dizer essa frase que marca as diferenças geracionais, u-hum. Contexto histórico, estilo de vida, círculo social… No fim do dia, tudo isso influencia nossas percepções e a maneira que nos posicionamos. E com a sustentabilidade, isso não seria diferente, não é mesmo? 

E adiante a gente explica melhor como cada geração lida com as questões climáticas atuais e as emissões de gases de efeito estufa.

 

Baby Boomers & Geração X

Aqui reunimos os nascidos de 1946 a 1964 e de 1965 a 1980, que viveram durante a consolidação do modelo industrial, quando não se tinha tanta visibilidade sobre as mudanças climáticas. Criados em um ambiente 100% analógico, contavam ~apenas~ com jornais, livros (e as famosas enciclopédias), rádio e televisão como fontes de informação.

Pragmáticos de nascença (respeitamos), podem precisar de uma forcinha extra pra escutar os mais jovens e mudar velhos hábitos (quem sabe mudando de vaca pra planta?).

 

Geração Y ou Millennials

Essa turma veio ao mundo entre 1981 e 1996, aprendendo sobre conscientização ambiental na escola, nos programas infantis (Capitão Planeta, Família Dinossauro, Discovery Kids) e nos noticiários (como a cobertura da Eco-92, no Rio de Janeiro). Além disso, testemunharam os eventos climáticos extremos nas telinhas e nas telonas (Twister, O Dia Depois de Amanhã, 2012).

Apesar de muitos não serem medalha de ouro quando o assunto é pegada de carbono, eles sentem na pele e no bolso os efeitos do aquecimento global.

 

Geração Z ou Gen Z

Aqui temos os adolescentes e jovens adultos que foram gerados entre 1997 e 2012. Podemos dizer que já nasceram preocupados com a crise climática (pudera). Com as informações na palma da mão, alguns deles, como Greta Thunberg, lideram ou fazem parte de movimentos mundiais em prol do clima, questionando tudo o que é tradicional.

Pra eles, as redes sociais são um palco pra divulgar opiniões e ideias, mostrando que fazer escolhas conscientes também é um lifestyle.

 

Geração Alfa

Chegamos no grupo de crianças e pré-adolescentes que pegaram carona com a cegonha a partir de 2013. Foram os primeiros a vivenciar uma era 100% digital, baseada em touchscreen, armazenamento na nuvem e, mais recentemente, inteligência artificial. Hiperconectividade que fala, né?

Há quem diga que os Alfas sempre souberam que o ~leite~ (também) vem das plantas e podem até nunca ter colocado aquele ~outro leite~ na boca.

 

Diferenças geracionais

Como citado nas linhas acima, os Baby Boomers e os membros da Geração X cresceram em um contexto em que pouco (ou nada) se falava sobre sustentabilidade. Afinal, o desenvolvimento econômico era baseado na exploração de recursos naturais não-renováveis e alto volume de consumo.

Já os Millennials tiveram a oportunidade de começar a aprender na escola sobre a importância de preservar o meio ambiente (óbvio que com isopor, cartolina, papel crepom, celofane colorido e muito glitter, rs).

Enquanto isso, os Gen Z e os pequenos da Geração Alfa nasceram em uma realidade em que o ESG é um velho conhecido e a pauta climática é tema de qualquer papo de elevador. Em casa, desde o berço, já ouviram falar de pegada de carbono e que T-U-D-O deixa um impacto no planeta. Afinal, os eventos climáticos extremos são cada vez mais frequentes e fazem parte do cotidiano.

 

Gerações de Baixo Carbono

E por que as Gerações Z & Alfa podem ser as gerações de baixo carbono? Bem, elas já sabem, entendem e sentem os efeitos da crise climática provocada, principalmente pelas emissões de gases de efeito estufa. Com alguns toques ou comando de voz, conseguem descobrir tudo sobre o Acordo de Paris e sobre como cada país está atuando na transição energética

Além disso, eles têm a real possibilidade de integrar uma economia de baixo carbono em que será possível escolher o que se consome pela pegada de carbono (e o impacto gerado). Uma prova disso é que pesquisas de comportamento indicam que a Gen Z precisa se identificar com os valores, propósito e transparência das marcas no momento da compra.

Ah, e esses jovens ainda têm a possibilidade de influenciar outras pessoas a adotarem práticas que reduzam as próprias emissões de GEE na atmosfera. Nessa conta entra mudar de vaca pra planta, consumir alimentos upcycled, fazer a gestão correta de resíduos, evitar combustíveis fósseis e por aí vai.

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