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Um barista que fala inglês? Yes!

De uma casa sem café pra uma cafeteria descolada. Wow.

Pra contrariar expectativas, Lucca de Souza comprova que é possível, sim, seguir carreira no barismo mesmo crescendo em um lar onde o cafezinho está longe de ser um hábito de todo dia, u-hum. Fique esperto e não perca nenhum detalhe da trajetória do barista do Being Coffee.

 

Hey Lucca, conta pra gente um pouco sobre você.

Bem, nasci em uma família poliglota, rs. Meu avô falava diversos idiomas e costumava viajar pra outros países. Por conta disso, ouvir outras línguas sempre fez parte do meu cotidiano. Coincidentemente ou não, minha mãe se tornou professora de inglês e eu também. Um fato curioso é que não tínhamos o costume de beber café em casa, por conta de uma restrição ao consumo de cafeína.

 

Então sua primeira profissão não foi de barista?

Não! Comecei a dar aulas de inglês ainda durante o ensino médio. O barismo chegou depois, mas durante um bom tempo consegui conciliar os dois trabalhos. Meu primeiro contato com café foi por volta dos 18 anos, quando consegui um emprego em uma conhecida rede norte-americana de cafeterias. Como trabalhava em uma unidade no aeroporto, acabava tendo muito contato com estrangeiros. Depois, isso me levou a criar um curso de inglês voltado para baristas.

 

O que mais te atraiu na área do café?

Como já disse, não era uma pessoa acostumada a beber café, então, o que mais me chamou a atenção foi a questão da hospitalidade e o próprio lifestyle de frequentar cafeterias. Gostei de aprender sobre como atender o público, colaborar com os colegas e promover experiências dentro e fora do balcão. Ah, e depois que passei a trabalhar em estabelecimentos especializados, uma chave virou e passei a realmente apreciar o café e outras bebidas feitas com ele.

 

Você demorou pra conhecer e consumir os ~leites vegetais~?

Bem, no meu primeiro emprego já tive contato com bebidas vegetais, mas a versão de soja tinha um sabor muito marcante e não vaporizava. Depois que saí de lá, passei por inúmeras cafeterias que utilizavam ~leite de aveia~. E quando provei o Nude Barista em uma delas na companhia do Bruno Lobo, tudo fez sentido. O que me pegou é que encontrei nele um produto que vaporiza bem e possui um paladar neutro que harmoniza perfeitamente com café ou outro ingrediente.

 

E qual é a sua receita queridinha com Nude?

Confesso que sou fã de chai latte e tenho um truque rápido e prático quando a vontade bate. Uso um preparado pronto em pó que pode ser misturado diretamente no ~leite de aveia~. Aí junto duas medidas da mistura em uma xícara de Nude Barista e vaporizo. Chai latte quentinho e pronto em minutos.

 

Agora, fale sobre a Being Coffee. 

A Being Coffee é uma cafeteria localizada na região dos Jardins, em São Paulo, e considero um local único. A pegada é bem intimista, minimalista e aesthetic, onde o café é levado realmente a sério. Atendemos muitos moradores e pessoas que trabalham nos arredores, além de quem está a passeio. Nos revezamos entre o balcão e o salão pra oferecer a melhor experiência.

 

Pra gente finalizar, o que você indica do cardápio e o que você mais gosta de lá?

A pedida é provar as toasts e pedir um flat white ou um iced latte. O mais legal é que você pode pedir bebidas com Nude Barista sem nenhum custo adicional. Também adoro a oportunidade de ter contato com o público e dividir conhecimento pra inspirar mais pessoas a entrarem pro mundo do café especial.

 

 

 

 

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