Crescemos ouvindo que tudo tem um começo, um meio e um fim. E se dissermos que não precisa ser exatamente assim? U-hum. Lá nos tempos de outrora, tudo podia se resumir a um simples extrair, produzir, consumir e descartar, o nosso velho conhecido modelo econômico linear. Mas as décadas de exploração de recursos naturais e produção de resíduos já estão pesando (e muito!) na conta do planeta e das futuras gerações.
Se antes falávamos dos 3 Rs da Sustentabilidade, os famosos reduzir, reutilizar e reciclar, hoje, já são alguns a mais. E entre repensar, recusar, recuperar, reparar, responsabilizar-se, respeitar e regenerar, surgiu o conceito de economia circular. O que trouxe novas e repaginadas etapas: extração responsável, produção sustentável, consumo consciente e reaproveitamento & reciclagem.
Segundo a Ellen MacArthur Foundation, é preciso seguir 3 princípios básicos: eliminar resíduos e poluição, circular produtos e materiais e regenerar a natureza, para enfrentar desafios globais (mudanças climáticas, perda da diversidade, etcetera). Ah, e tudo isso pode e deve ser aplicado pela sociedade, pelas empresas e pelos governos.
Por aqui, está sendo desenvolvido um Plano Nacional de Economia Circular, com políticas públicas para regulamentar e orientar ações estratégicas focadas na transição do modelo econômico linear para o baseado na circularidade. Óbvio que muita coisa já está sendo feita voluntariamente. Um estudo divulgado no ano passado indicou que 85% das indústrias brasileiras adotam ao menos uma prática de economia circular.
E não se esqueça. Você, consumidor, é um dos protagonistas dessa história de mudança. Afinal, são suas escolhas que cantam a bola para determinar quais ações serão implementadas pela iniciativa privada (e pelo poder público). Confie!
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